Minha Viagem

Caminhos do Graal

Estou em uma viagem iniciática há aproximadamente 14 dias. Vim ver e rever coisas minhas. E com a missão de criar possibilidades para que outras pessoas possam vir fazer um trabalho na cidade onde, comprovadamente, pelos fatos históricos, foi a chegada do SANTO GRAAL ao ocidente junto com Maria de Madalena e outras pessoas.

Estamos fazendo pesquisas, o que confesso não é muito fácil pelo envolvimento emocional que estou passando dentro da minha, também, iniciação.

Aqui, fiz um aprendizado novo, participar de rituais, rezar e orar é muito bom para zelarmos, assim, do nosso espírito, dos nossos carmas e darmas, mas é completamente diferente de se entregar a vida para desenvolver, distribuir, revelar rituais, preces e orações.

Compreendi a vida que levo.

Hoje sei que para cumprir a minha função, tudo o que aconteceu na minha vida até aqui, foi natural para aqueles que aceitam encarnar com a missão que encarnei.

É muito bom, também, mas é muito diferente de ir a um templo orar e rezar. Construir um tempo dentro da alma das pessoas é, ainda, um processo mais difícil e por isso é importante as pessoas pensarem: “o que eu dou conta?”.

Eu trabalho para a construção de um caminho e por isto a minha vida é tão diferente da maioria das pessoas, por isto não tenho tapetes caros na minha casa, móveis caros, sapatos caros, roupas caras. Eles não fazem mal a ninguém, a mim também não fariam, mas se a minha alma ainda estivesse sedenta destes tipos de adereços eu teria que abandonar a missão que acolhi e procuraria alguém com mais responsabilidade que eu para ir aos seus rituais para que esta pessoa pudesse me ajudar a crescer espiritualmente.

Aqui, em Sainte Maria de La Mer, eu faço um agradecimento especial a minha alma, ao meu emocional, ao meu jeito de ser por não precisar da grande lista que já citei acima. Agradeço por nunca terem me feito falta porque foi exatamente isto o que me propiciou trabalhar para construir.

Cada um de nós cumpre um papel na vida e ninguém é melhor ou pior do que o papel que cumpre. Não sou melhor ou pior que ninguém, se fiz o que fiz e faço como faço é porque assim sou feliz. Inclusive me sinto muito mal quando chego em lugares que temo queimar uma cortina por ser muito cara, temo quebrar uma taça por ser muito cara, temo manchar um sofá por ser muito caro, ou seja, tudo me comprova que sou feliz no caminho que escolhi. Quando as pessoas que buscam um crescimento espiritual vêm a mim eu as acho muito especiais por precisarem viver com todos estes adornos materiais e ainda guardarem em si um espaço para cuidarem de suas almas.

Com profundo amor por todos,

Halu Gamashi

 

 

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