Halu Gamashi por Léa Penteado

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Já leu a matéria escrita pela grande jornalista Léa Penteado para a Revista Bacana? Confira aqui um trecho e leia a íntegra no site da Revista:

“No feriado de 12 de outubro de 2018 a médium, paranormal e terapeuta Halu Gamashi chorou ao cruzar o rio João de Tiba. Enquanto a balsa fazia a travessia sentiu como se estivesse chegando em casa, sem jamais ter pisado em Vila de Santo André, em Santa Cruz Cabrália.

Baiana de Salvador, andarilha pelo mundo, morou em mais de 400 cidades em seus 58 anos, sempre seguindo as indicações do guia espiritual que diz a acompanhar desde os 3 anos de idade.

Autora de 10 livros, criadora de técnicas corporais e sutis, atuando há mais de 25 anos como professora, participando de congressos e workshops sobre anatomia do corpo sutil, chakras, campo áurico, filosofia, saúde e comportamento humano em diversas cidades brasileiras e europeias, no início de 2018 estava morando em Lisboa quando recebeu a recomendação de seu mentor para vir à Costa do Descobrimento.

Foi para Trancoso onde vivera nos anos 80, mas não sentiu a mesma energia do passado. Ficou aguardando novas indicações até que veio o convite para um workshop de yoga em Santo André e por lá ficou.

“Penso que não escolhi dedicar a minha vida à vida espiritual. Hoje sei que antes de encarnar assumi este compromisso. Fiz esta descoberta aos vinte e nove anos de idade, porém, desde que nasci as idiossincrasias e as peculiaridades que naturalmente despertaram em mim fizeram com que, aos três anos de idade, alguns dos meus familiares buscassem na espiritualidade um remédio. Os médicos quando me viam adoecer, não conseguiam chegar a um diagnóstico e “doenças atípicas” era o que a minha família tinha como resposta. A falta de esperança, o medo de me ver morrer foi a porta que abriu para que procurassem a espiritualidade a fim de restabelecer a minha saúde. Assim foi até os meus dezoito anos quando descobri que não precisava adoecer e sim conhecer, afinar minhas energias, alinhar-me”.

Em uma trajetória de grandes desafios, tanto físicos como mentais, foi apontada como louca e não conseguia se entender por ser tão diferente das outras pessoas… “Disseram-me que a espiritualidade tinha um projeto para mim. Aos dezoito anos, muito ignorante sobre esse mundo invisível, me senti invadida e pensava: ‘Como é isto? A espiritualidade tem um projeto para mim? Eu queria ter o meu próprio projeto’. Porém, apesar destes questionamentos, durante nove anos morei em uma chácara-escola que me iniciou nos conhecimentos e na magia branca dos elementos da natureza, a água, a terra, o fogo, o ar, a madeira, os rios, as cachoeiras”.

Sem querer se prender a qualquer seita, a casa aonde viveu nesse período não era religiosa. Não era candomblé ou umbanda. Era uma casa que estudava a influência das energias da natureza nos humanos voltada ao conhecimento e à medicina mais do que aos mitos e mitificações. Antes de completar 28 anos saiu da casa, era tempo de conhecer o mundo.

Halu lamenta que os temas espirituais sejam tratados com descrédito principalmente por alguns paranormais que valorizam mais os fenômenos do que os seus significados….”

Escrito pela Jornalista Léa Penteado

Continue a ler: http://www.revistabacana.net/index.php/gente-bacana/700-gente-bacana-halu-gamashi

Foto: Cláudia Schembri

2 Comentários

  1. Gilia Rodrigues

    Assisto aos seus vídeos,admiro sua mediunidade !!Moro em Salvador gostaria de fazer uma consulta nem que fosse on line em função da pandemia!!,Aguardo resposta!!Gratidão!!

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  2. HEIDI LOUREIRO

    Quero agradecer a Halu Gamashi seu conhecimento e sua facilidade em transmitir suas mensagens. Tenho aprendido muito e tem ajudado tbm principalmente nestes tempos atuais de isolamento. Gratidão querida que Deus abençoe sempre.

    Responder

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