CHAKRAS

#1 Material Didático – Curso “Os Sete Chakras – ASTROSOFIA 2”

Anatomia do Corpo Sutil, Astrosofia, Material Didático

#1 Material Didático – Curso “Os Sete Chakras – Sete Passos para uma Vida mais Harmônica – ASTROSOFIA 2”

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Trecho do Capítulo 21
Livro “Caminhos de um Aprendiz” – Halu Gamashi:
AS FUNÇÕES DO CAMPO ÁURICO

Passaram-se algumas noites até eu rever meu Amigo. Quando isso ocorreu ele me disse que eu deveria retomar meu aprendizado com Cincinat.  À noite, ao deixar o corpo ao labor do sono, caminhei tranqüila para a Décima Casa. Encontrei Cincinat no Salão de Recepção e lhe manifestei a vontade de aprender mais sobre o campo áurico.

– Como você sabe, Halu, as energias mobilizam nossa atuação: expressamo-nos através de suas influências. Individualmente, obtemos do campo áurico qualidades energéticas necessárias para influenciar as diversas atuações específicas ao nosso crescimento evolutivo.

– Por isso, meu campo áurico é diferente do seu, que por sua vez difere do de meu Amigo e das demais pessoas devido ao fato de que cada um de nós tem aprendizados diferentes a concretizar – disse eu.

– Exatamente, Halu. Não existe campo áurico padrão. No entanto, a condição de entrar em contato com as energias existentes no campo áurico é igual para todas as pessoas, pois todos os seres têm um lado esquerdo e um lado direito. No esquerdo está toda a condição criativa, compreendida como a condição das energias manterem-se mais fixas, esperando a oportunidade de nos influenciar a projetar, querer, desejar.

Perguntei se as funções energéticas do lado esquerdo e direito eram diferentes.

– Muito diferentes, Halu. Um bloco energético do lado esquerdo assume condição criativa, inspiradora. Quando este bloco consegue informar sua presença ao corpo mental, começa uma nova fase. Agora é o momento de ele inspirar o corpo mental sobre a maneira de se utilizar da sua existência. Quando este contato é elaborado pelo mental, muda-se o procedimento do campo áurico e as energias se dirigem para o lado direito de acordo com sua utilização.

Lembrei-me de algumas vezes ter-me sentido inspirada para executar uma tarefa, mas depois tê-la abandonado por prejulgar impossível sua realização.

– Este é o desfecho quando não se permite a seqüência natural do trabalho das energias. Veja um exemplo: se você precisa distribuir um litro de água e para realizar a tarefa tem apenas um copo de 250ml, precisa dividir o trabalho em quatro fases, do contrário desperdiçará 750ml de água, pois o copo entorna assim que estiver cheio. Transfira esta compreensão para o circuito energético entre as fases de inspirar e executar. Quando ele não ocorre em ritmo natural, acontece uma invasão energética do lado direito, que culmina com execução mal feita ou simplesmente com o abandono do projeto. Neste último caso, a energia acumulada sem circulação acaba por se deteriorar, gerando as conseqüências que você já conhece.

Na sala dos painéis, Cincinat acionou um pequeno aparelho e alguns desenhos de campos áuricos surgiram no painel. Voltando-se para o primeiro deles, Cincinat assinalou:

– Observe, Halu, aqui do lado esquerdo as energias à espera do momento certo para se introduzirem no corpo mental, propiciando a inspiração. As cores densas, escuras, que você vê no lado direito retratam energias não utilizadas em deterioração.

Notei um bloco de cores sutis, claras, no lado direito, e perguntei o que significavam:

– São energias que estão sendo bem executadas. As tarefas relacionadas com elas encontraram a condição necessária para se expressar; daí refletirem cores sutis e harmônicas.

Neste momento pensei no espelho. Quando estamos alegres e buscamos nossa imagem no espelho, ele reflete beleza e harmonia. O campo áurico é um dos muitos espelhos que refletem nossa condição energética interior. Cincinat concordou que aquela era uma forma coerente de explicar o campo áurico: um espelho que reflete a nossa condição imaterial. E, com essa observação, encerrou os trabalhos por aquela noite.

Ficou combinado que eu retornaria à esfera material para poder observar as manifestações dos campos áuricos em algumas pessoas nos seus ambientes doméstico e profissional.

Segui com meu Amigo para a Primeira Casa e, no salão de recepção, encontramos Otília e Omar.

– Eles vão acompanhá-la nesta tarefa – comunicou meu Amigo, despedindo-se.

Seguimos por outro canal transportador e, para minha surpresa, chegamos à casa de Rogério, o rapaz que eu acompanhara no processo de obsessão. Ele voltara a morar com a mãe e a irmã, ia muito bem na faculdade e, de modo geral, estava feliz com o novo rumo de sua vida.

Chegamos à casa de Rogério por volta de 01h30min da manhã. Encontramos o rapaz mergulhado nos estudos. Omar recomendou-me que colocasse a mão esquerda sobre o plexo solar, prestando atenção à circulação do oxigênio na região.

Fiquei assim por alguns minutos e, em seguida, recebi instruções para focar toda minha atenção sobre Rogério. Percebi movimentação energética entre os chakras plexo solar e frontal, acompanhada de ardor nos olhos. Quando os abri, divisei em volta de Rogério um campo de luz formado por muitas cores. Fiquei simplesmente maravilhada. De repente, sem qualquer aviso, a visão desapareceu. Decepcionada, voltei-me para Omar e Otília. Ela me tranqüilizou, dizendo que a reação era normal e esperada: a emoção interrompeu o processo. Pela primeira vez, visualizava com profundidade o campo áurico de uma pessoa encarnada.

– Acalme-se e refaça o trabalho que tudo dará certo – afirmou Otília.

De fato, logo pude apreciar por mais tempo o campo áurico de Rogério.

– Cada bloco colorido que você vê corresponde a uma energia diferente – explicou-me Omar.

Fiquei ali, observando o campo luminoso que envolvia todo o corpo de Rogério, do alto da cabeça até os pés. Guardei a visão sem querer interpretá-la ou saber mais sobre o seu significado. Com certeza, teria muito tempo para isso.

Quis agradecer a Omar e Otília, mas já aprendera que o melhor agradecimento é encontrar uma forma de tornar mais útil os ensinamentos que eles me haviam confiado.

Mais tarde, ao encontrar meu Amigo nas margens do rio, falei-lhe da minha experiência:

– É impressionante que exista tanta energia imaterial à volta do corpo físico sem que as pessoas encarnadas o percebam!

– Sim, Halu. A constituição imaterial difere muito da constituição material. E a ponte de contato entre as duas existências são as emoções. Através delas pode-se perceber o campo áurico e seu aglomerado energético.

Perguntei-lhe, então, sobre a diferença entre a energia humano-carnal e as energias humano-etéricas que acabara de ver ao entrar em contato com o campo áurico de Rogério.

– A diferença está na potencialidade. As energias humano-carnais proporcionam potencialmente a permanência das forças sutis na esfera material do planeta; as energias humano-etéricas propiciam potencialmente a externalização das forças sutis da alma e de seus registros para o corpo carnal….”

Trecho do Capítulo 21
Livro “Caminhos de um Aprendiz” – Halu Gamashi:
AS FUNÇÕES DO CAMPO ÁURICO

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